Mustang GT

Mustang GT conversíve. Um carro que alem de esbanjar charme, tenologia e potência, tambem esbanja gasolina, devido ao seu motorzão V8. Mustang ainda chama a atenção onde quer que passe. Isso num lugar onde é comum ver Ferrari, Porsche, Maserati e Lamborghini dividindo um mesmo engarrafamento. Um discreto adesivo no reduzido vidro lateral traseiro ajuda a explicar parte do carisma que esse ícone americano sobre rodas arrebatou desde que foi lançado, em 1964.

A mensagem “Built with pride. Quality is job # 1″ (”Feito com orgulho. Qualidade é o trabalho nº 1″) é assinada pelo logo da Ford e por uma engrenagenzinha com as letras UAW, de Union of Automotive Workers, o poderoso sindicato dos trabalhadores automotivos norte-americanos. No Brasil, onde muita gente nem desconfia se o carro que dirige é nacional ou importado, pode parecer um exagerado patriotismo.

As lanternas, que ladeiam a marca redonda cromada do GT na tampa do porta-malas, são retangulares e conservadoras, divididas em três gomos verticais. As ponteiras cromadas de escapamento, como não poderia deixar de ser, se insinuam sob o pára-choques. A capota retrátil é simples, de vinil. Não esbanja tecnologia e demora 13 segundos para se fechar totalmente, mas compõe o estilo esportivamente despojado.

Mas a alma de um Mustang está sob o capô. Na versão GT Premium, lá se encontra um V8 de 4.6 litros com bloco e cabeçotes em alumínio, três válvulas por cilindro com comando variável e injeção eletrônica seqüencial. A potência é de 300 cv aos 5.750 giros, com torque de 44,2 kgfm aos 4.500 rpm. A Ford fala em consumo médio urbano de 17 milhas por galão (7,2 km/l), mas o cabriolet, em 1.200 km nas ruas e highways do sul da Califórnia, rodou apenas 6,3 km/l.

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Surge em Hannover picape médio que VW vai fazer na Argentina

O picape médio que a Volkswagen vai produzir na Argentina, para exportação a mercados como o brasileiro, aparece em versão conceitual no Salão de Hannover, voltado a veículos comerciais. Chamado apenas de VW Pickup, ele tem linhas simples e interior bastante espartano, mas adequado a um utilitário a ser vendido em países emergentes (não há confirmação de que chegará à Europa, enquanto a venda nos EUA tem sido descartada).

Decorado como veículo de busca e salvamento, o Pickup tem luzes de teto, estrutura tubular na caçamba e equipamentos para essa finalidade acoplados à tampa traseira. A mecânica não foi informada. Na versão de produção, o veículo deverá ter capacidade de carga ao redor de uma tonelada e opção de motor a diesel, para competir aqui com S10, Ranger, Hilux, Frontier e L200 Triton.

Citroën C3 Picasso‏

A Citroën apresentou seu novo compacto, o C3 Picasso.

 

O carro foi desenhado para casais com crianças, informou a montadora.

O carro entrará em um segmento que responde por 485 mil veículos na Europa Ocidental

 

 

A previsão da Citroën é vender 110 mil C3 Picasso por ano a partir do lançamento

Segundo a empresa, o carro vai ajudar a manter as metas de vendas e a lucratividade da marca

Gol Geração 3

Começando em 1980, a Volkswagen anuncia o lançamento de um carro economico o bastante para rodar nas ruas normalmente, surgiu assim o GOL, um estouro de vendas. O que vou postar aqui hoje é sobre o GOL G3, um carro que inova pelo seu design, espaço, desempenho, preço e versatilidade. Tendo um preço em média de R$ 20.00 a R$ 25.00 o gol tem opcionais básicos, mas supre as necessidades de qualquer um que viva na cidade. Tem um consumo de 7 a 10 km/l na cidade, tem porta objetos como porta-copo. Um modelo que foi bem vendido foi o G3 1.0 e 1.6 Flex.

Gol 2004 1.6 Flex

Gol 2004 1.6 Flex

Gol com Orbitais

Gol com Orbitais

Gol G3 2004 1.6 Flex

Gol G3 2004 1.6 Flex

Porta-malas em média 200 a 300 litros, bancos traseiros reiclinaveis, ótima manutenção, peças baratas, suspenção macia. Um pequeno grande problema que pode ser resolvido com uma Direção Hidráulica, é o volante que é um pouco duro. A aceleração do 1.6 é boa, é só encostar no acelerador que o carro já sai disparado, principalmente quando é novo. Vem com um novo sensor de velocidade, que o motorista programa a velocidade máxima do carro, se o carro chegar a ultrapassar a velocidade, um BIP com um volume alto é tocado, dispertando a atenção do motorista. Alguns modelos vem com som instalado de fabrica, um kit de falantes que passa a sensação de ser um sistema sarround 4.1. Alguns opcionais que embelezam o carro é o pequeno aerofólio que custa uns 500 reais a mais no preço de fabrica.

Palio Weekend ganha jeitão de categoria superior

A Fiat apresenta suas armas para recuperar a liderança do segmento de peruas compactas: a Palio Weekend foi reestilizada, manteve os preços e ganhou diferencial blocante na versão Adventure.

A Fiat quer recuperar a liderança do segmento de peruas compactas. Para tanto, vai lançar a nova geração da Palio Weekend, prevista para chegar às lojas no fim-de-semana do dia 23 de maio. Além do estilo renovado, que dá a impressão de carro de segmento superior, o modelo tem duas armas fortes para esta batalha. A primeira é o sistema de bloqueio de diferencial, inédito para veículos com tração dianteira no Brasil. Chamado de Locker, o recurso estará disponível somente na versão Adventure. A segunda é a manutenção do preço de tabela da geração vendida até meados de maio. Os valores começam em R$ 39.920, na versão ELX 1.4 Flex. E a HLX 1.8 Flex deixou de ser oferecida.

A ousadia neste lançamento é explicada pelo baque sentido com a concorrência da VW SpaceFox, líder do segmento há dois anos – em 2008, até a defasada Parati está à frente da perua da Fiat. A marca mineira também sentiu o golpe entre os fora-de-estrada leves, segmento que a pioneira Weekend Adventure não domina mais. A quantidade de concorrentes tirou o modelo do trono.

A maior novidade está na versão aventureira urbana. Agora chamada de Adventure Locker, ela passa a vir de série com diferencial blocante, acionado por meio de um botão no painel. O sistema foi desenvolvido pela empresa norte-americana Eaton. Não é a tão pedida (pelo mercado) tração integral, mas era o que a Fiat precisava para reinventar o modelo.

O funcionamento é simples: quando uma das rodas dianteiras estiver sem aderência, seja na lama, na terra, em pedras ou em subidas, basta pisar no pedal do freio e acionar o botão ELD no painel, à esquerda do volante. Um aviso sonoro confirmará a entrada do sistema Locker, que travará imediatamente o diferencial. A distribuição da força do motor passará a ser igual nas duas rodas, diminuindo o giro em falso da que estiver patinando. Quando o veículo atingir 20 kmh, o ELD se desligará sozinho.

Para adequar a perua ao diferencial blocante, a Fiat mexeu bem na suspensão. Assim, a Adventure Locker têm novos amortecedores Powershock, da Magneti Marelli Cofap, que traz molas de aço para compensar o movimento das rodas e diminuir o rolamento da carroceria. As bitolas aumentaram 49 mm na frente e 48 mm na traseira, enquanto os braços oscilantes da suspensão traseira ganharam nova geometria.

Os pneus de uso misto estão mais largos (2058 R15) e as barras estabilizadoras ficaram 2,3 cm maiores, além de ganharem bieletas para reforçar o conjunto. Com as suspensões reconfiguradas, o sistema de freios ABS foi modernizado, passando a ser da geração 8.1 — mesmo do Punto. A Adventure também está mais alta: o vão livre do solo subiu para 19 cm, dois a mais que a versão anterior. Mas o motor permenece o 1.8 Flex de 112/114 cv.

No estilo, a Fiat também deu um ar de carro superior à Adventure Locker, que será vendida a R$ 53.850. Com o aumento da suspensão e adereços estéticos, lembra até um utilitário esportivo compacto. A inspiração do design veio do conceito esportivo FCC, mostrado no último Salão do Automóvel de São Paulo. Retrovisores com seta embutida, rack, painel de instrumentos, inclinômetros longitudinal e transversal e bússola são os mesmos do Idea Adventure.

As lanternas tipo panetone, que desequilibravam o desenho anterior, foram substituídas por peças horizontais que invadem a tampa do porta-malas. O vidro traseiro está mais estreito e as janelas espias laterais acompanham o corte das portas, afunilando para o final da carroceria. O design ficou mais apurado, dando a impressão de um modelo mais caro, a exemplo do novo Siena. E para evitar furtos do estepe, uma das principais reclamações de proprietários do modelo, o acesso ao cabo de sustentação agora só é liberado após o destravamento das portas.

Como a nova Adventure está mais alta e encorpada, a Fiat decidiu deixar alguns traços do modelo anterior para a nova versão Trekking (R$ 41.920). Assim, ela herda os 17 cm de altura em relação ao solo e as molduras laterais que acompanham os pára-lamas. O acabamento interno, porém, é mais simples, e não há o quadro de instrumentos com fundo colorido, por exemplo. De série, vem com aerofólio traseiro, barras no teto diferentes da Locker, computador de bordo, máscara negra nos faróis e rodas de liga aro 14. O motor passa a ser o 1.4 Flex, de 86 cavalos com álcool, já usado no Siena e no Punto. Quem curtia a Adventure anterior, porém, não deve se empolgar muito com o visual desta nova versão.

Essa versão que eu tanto falei se gostaram postem um comentario(…)

Até mais…

EcoSport 1.6 XLS, discretamente agressivo

O EcoSport é a alegria da Ford. Desde seu lançamento há quatro anos, já acumulou 375 mil unidades vendidas, das quais 180 mil apenas no Brasil. As demais, foram abastecer outros mercados, como a Argentina, onde também faz grande sucesso.

Disponível em três níveis de acabamento e duas motorizações, a que apresenta melhor relação custo-benefício é a 1.6 XLS, que foi testada. Custando R$ 54.460, ou cerca de R$ 2.500 menos que a versão completa, XLT, difere daquela apenas em alguns acessórios. O desempenho é o mesmo.

Dirigir o EcoSport é como colocar a camisa preferida e sair por aí. Veste no motorista como uma calça jeans. A posição de dirigir mais alta, característica de utilitários esportivos mais sofisticados, é um de seus grandes trunfos. Lá de cima, e com grande visibilidade, é mais gostoso ver o mundo, mesmo que seja um mundo de veículos parados no trânsito.

Bonito por fora – ele ganhou frente nova, com capô mais reto e novos frisos, além de uma expressiva grade dianteira, bem casada com o pára-choque de desenho novo – e também sofreu algumas mudanças internas – como os novos dutos de ventilação no painel e quadro de instrumentos analógico -, mas continua praticamente o mesmo. Cara de bravo, mas dócil de ser conduzido; excesso de plástico nos revestimentos, mas bem acabado; e desempenho modesto, mas suficiente, inclusive em estradas sem pavimentação.

Ford Fusion terá motor 2.5 nos EUA

Atendendo exigências quanto ao nível de emissões e consumo de combustível nos Estados Unidos, o Ford Fusion 2009 ganhará um novo motor quatro cilindros, 2.5 litros e 170 cv. O modelo, apresentado na semana passada à concessionários Ford em Las Vegas, começa a ser vendido já no próximo mês com frente redesenhada e novidades internas. Apesar de também ser produzido no México, o Fusion destinado ao mercado brasileiro continuará com o mesmo motor 2.3 litros e o visual atual, pelo menos por enquanto, segundo a Ford do Brasil.

O novo motor do Fusion, o mesmo usado pelos Ford Escape e Mercury Mariner, é 8 cv mais potente que o 2.3 e ainda conta com um sistema que varia o tempo de abertura das válvulas, tecnologia que proporciona um menor consumo de combustível. A transmissão também mudou, e agora possui seis marchas, uma a mais que a versão 2.3.